sexta-feira, 3 de julho de 2009

A Força do não verbal.


Em resposta à falta de gravata de Bernardino Soares, Manel Pinho responde: Cada um mostra o que tem e tu nem uma gravata te ofereceram... olha o que "a minha" me ofereceu!



A força da comunicação não verbal (CNV) fez cair um ministro em plena Assembleia da República

terça-feira, 23 de junho de 2009

sexta-feira, 12 de junho de 2009

A Morte da Proxémica


A morte da proxémica

A Proxémica como a definiu Edward T. Hall, já não pode ser aplicada no seu todo às novas tecnologias da comunicação como as conhecemos hoje.

É possível que ainda se mantenham nos casos, cada vez mais particulares, que o antropólogo as definiu, mas estão no resto mortas e enterradas.

Como definir hoje um não lugar e, como se aplica a proxémica nestes casos?

Como se aplica, hoje, a dita no meio virtual da Internet e dos meios áudio visuais sem termos de aplicar novas fórmulas que Hall apenas abordou pela rama?

Não teremos nós que nos socorrermos da comunicação extrapessoal para assim podermos respeitar parte do legado de Hall sem o desrespeitar e, ao mesmo tempo, mandar para o caixote do lixo da história uma teoria que já se não pode considerar um postulado, pois que já não se aplica na sua totalidade aos nossos dias e, aos novos meios de comunicação, que provavelmente Edward Hall não previu.

Do que restou da sua teoria, na web, apenas podemos aplicar o extrapessoal pois é ainda o único processo proxémico que se pode dizer, com propriedade, que se aplica no meio virtual que nos é cada vez mais familiar.

Assim podemos dizer que a nossa comunicação homem máquina – comunicação extrapessoal -, e máquina homem, é a única com a qual lidamos no nosso quotidiano.

Como definirmos pois a nossa proximidade com uma pessoa que comunica connosco por vídeo conferência? como definiremos uma ligação a um e-tutor que nos está ensinar por e-learning online? Qual a nossa relação com o nosso companheiro de trabalho que está algures em Singapura enquanto eu estou na Covilhã em Portugal? Como tratar com ele sem o ver e sem ver os seus gestos, a sua distância térmica, o seu espaço olfactivo, o seu raio de acção que ultrapassa os milhares de quilómetros?

Não estaremos já numa nova dimensão que nunca foi explorada pelos nossos antecessores?
Não estaremos, como nos diz Alvim Toffler, numa quarta vaga que nunca tinha sido nem pensada nem profetizada pelos futuristas da nossa globalidade?

As ciências do conhecimento andam a uma velocidade estonteante e a escola – sistema de ensino -, ainda vai num carro puxado por uma parelha de bois.

Pois é, assim não vamos lá, enquanto os nossos professores, garantes do saber de antanho não perceberem que o que ensinam já pertence aos conservatórios e aos museus da história de há dois séculos atrás.

Que significado têm ainda hoje os chamados “direitos de autor”, após serem publicados na web? Não estaremos nós, mais uma vez, a tentar “tapar o sol com a peneira?” que andamos a fazer ao dizermos que não é ético os alunos gravarem uma aula, se já qualquer aluno a pode gravar com uma simples caneta ou o vulgaríssimo telemóvel que todos usamos? Podemos gravar em áudio, visual e, o que nos apetecer e colocarmos na net ainda antes de sairmos da sala de aula.

Quem pretende ainda que o carro de bois se imponha aos rápidos e modernos meios de comunicação, quando os professores ainda não saíram da fase do Power Point.

Não andará o ensino – todo -, a vegetar num cemitério de ideias mortas?

José Manuel Fernandes – Doutorando em Ciências da Comunicação

segunda-feira, 9 de março de 2009

As outras linguagens


Porto, 02 Mar (Lusa) - Notícias breves da região Norte:

Porto: Seminário de Sinergologia

A Estrategor - Consultores de Gestão vai realizar a 13 e 14 deste mês, no Hotel Bessa, no Porto, um seminário sobre "Sinergologia", uma técnica para identificar a diferença entre o que se pensa e o que se diz, interpretando gestos, posturas e silêncios.

terça-feira, 3 de março de 2009

Escola inclusiva


A psicologia das educações e as linguagens paralelas.

Na maior parte dos países do mundo as escolas organizam-se de maneiras uniformes. Ensinam-se e avaliam-se as mesmas matérias da mesma maneira, a todos os estudantes por igual, porque parece justo poder tratar a todos os estudantes como se fossem iguais. Eles apoiam-se no pressuposto equivocado de que todas as pessoas têm o mesmo tipo de mente. Mas, Howard Gardner, crê que todas as pessoas têm um tipo de mente distinta. Ninguém gastaria dinheiro num terapeuta que ignorasse tudo aquilo que é específico dos indivíduos.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A linguagem corporal-cinética

a- Inteligência linguística: a capacidade para usar palavras de maneira efectiva, seja em forma oral o de maneira escrita. Esta inteligência inclui a habilidade para manipular a sintaxe ou significados da linguagem ou usos prácticos da linguagem. Alguns usos incluem a retórica (usar a linguagem para convencer a outros de tomar um determinado curso de acção), a mnemónica (usar a linguagem para recordar informação), a explicação (usar a linguagem para informar) e a metalinguagem (usar a linguagem para falar da linguagem).

b- A inteligência lógico matemática: a capacidade para usar os números de maneira efectiva e raciocinar adequadamente. Esta inteligência inclui a sensibilidade aos esquemas e relacções lógicas, as afirmaciones e as proposições (se-então, causa-efeito), as funções e as abstracções. Os tipos de processos que se usan ao serviço desta inteligência incluem: a categorização, a classificação, a inferência, a generalização, o cálculo e a demonstração da hipótesis.

c- A inteligência corporal-cinética: a capacidade para usar todo o corpo para expressar ideias e sentimentos (por exemplo um actor, um mimo, um atleta, um bailarino) e a facilidade no uso das próprias mãos para produzir ou transformar coisas (por exemplo um artesão, escultor, mecânico, cirurgião). Esta inteligência inclui habilidades físicas como a coordenação, o equilíbrio, a destreza, a força, a flexibilidade e a velocidade assim como as capacidades auto perceptivas, as tácteis e a percepção de medidas volumes.

d- A inteligência espacial: a habilidade para perceber de maneira exacta o mundo visual-espacial (por ejemplo un caçador, explorador, guia) e de executar transformações sobre essas percepções (por exemplo um decorador de interiores, arquitecto, artista, inventor). Esta inteligência inclui a sensibilidade à cor, à linha, à forma, ao espaço e às relações que existem entre estes elementos. Inclui a capacidade de visualizar, de representar de manera gráfica ideias visuais ou espaciais.

e- A inteligência musical: a capacidade de perceber (por exemplo um aficcionado à música), discriminar (por exemplo, como um crítico musical), transformar (por exemplo um compositor) e expressar (por exemplo uma pessoa que toca um instrumento) as formas musicais. Esta inteligência inclui a sensibilidade ao ritmo, ao tom, à melodia, ao timbre ou à cor tonal de uma peça musical.

f- A inteligência interpessoal: a capacidade de perceber e estabelecer distinções nos estados de ânimo, as intenções, as motivações, e os sentimentos de outras perssoas. Isto pode incluir a sensibilidade às expressões faciais, à voz e aos gestos(2), a capacidade para discriminar entre diferentes classes de sinais interperssoais e a habilidade para responder de maneira efectiva a estes sinais na práctica (por exemplo influenciar um grupo de pessoas a seguir uma certa linha de acção).

g- A inteligência intrapessoal: o conhecimento de si próprio e a habilidade para adaptar as próprias maneiras de actuar a partir desse conhecimento. Esta inteligência inclui ter uma imagen precisa de si mesmo (os próprios poderes e limitações), ter consciência dos estados de ânimo interiores, as intenções, as motivações, os temperamentos e os desejos, e a capacidade para a autodisciplina, a auto compreenção e a autoestima.



Tradução (livre) minha!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A Comunicação Não Verbal

Afinal as palavras têm um peso relativo na comunicação... mas isso já eu sabia!

Seguidores

Acerca de mim